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Slakmon, C., R. De Vitto, e R. Gomes Pinto, org., 2005. Justiça Restaurativa (Brasília – DF: Ministério da Justiça e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD).

A difusão de práticas restaurativas em contextos nacionais diversos como Brasil, Argentina, Colômbia, África do Sul, Nova Zelândia, Austrália, Canadá e Estados Unidos, suscita fascinantes questões sobre o sistema de Justiça em sociedades democráticas modernas. O que é a justiça restaurativa, e no que ela difere do sistema formal de Justiça? Como eles se conectam? Qual o impacto que terá a justiça restaurativa para a sociedade e para o Estado? Quais os benefícios demonstrados e potenciais da justiça restaurativa para os cidadãos e para o sistema de Justiça? Pode a justiça restaurativa ser uma experiência bem sucedida em países como o Brasil, onde o acesso à Justiça permanece limitado para a maioria dos cidadãos e comunidades, e onde o sistema formal de Justiça tende a perpetuar mais do que eliminar as desigualdades sócio-econômicas já existentes? Esta publicação, que buscará trazer luz a algumas dessas questões, é fruto de uma parceria da Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça do Brasil com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, voltada a difundir os princípios restaurativos no país. Para viabilizar esta publicação, convidamos renomados especialistas sobre justiça restaurativa de todo o mundo para contribuir com esse propósito e recebemos diversas contribuições de cientistas sociais, criminólogos, psicólogos, bem como de juízes, juristas e operadores do direito do Brasil, Argentina, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e Noruega, que ora são apresentadas.

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